Quando morre ou se acidenta um funcionário do mercado, alguém paga. Hoje, quase sempre, é o dono — do próprio bolso, sem nota e sem dedução.
Seguro de vida em grupo custa menos que um café por pessoa, por mês.
Lemos a Convenção Coletiva dos Supermercados 2025/2026 inteira: não existe cláusula obrigando seguro de vida. Quem te disser o contrário está te vendendo medo.
Não é uma multa. Não vem boleto. Mas sai do caixa do mesmo jeito — e ninguém provisiona.
MERCADO SEM SEGURO DE VIDA LTDA
CUPOM NÃO FISCAL — DESPESA NÃO PREVISTA
Valores ilustrativos, para conversa. O ponto não é o número exato — é que essa despesa não está no orçamento de nenhum mercado e mesmo assim acontece.
Funcionário se corta no açougue e fica 10 dias fora. Os primeiros 15 dias são pagos pela empresa — o INSS não entra. Existe cobertura para isso (DIT), e ela é barata.
A cláusula 11 da sua Convenção garante emprego e salário por 12 meses ao funcionário acidentado. É um custo real, previsto em norma, que a maioria descobre depois.
Supermercado troca gente o ano inteiro. Um benefício de dez reais por mês segura mais gente na equipe do que cinquenta reais de aumento — e custa muito menos.
Como não é obrigatório, quase ninguém tem. Quem oferece aparece — na hora de contratar e na hora de manter o time.
Uma apólice só, para toda a loja. Entra e sai gente pelo aviso mensal — o mesmo movimento que o seu contador já faz na folha.
Coberturas e capitais variam conforme a cotação e a seguradora. A JOMANI trabalha com as principais seguradoras do país e apresenta as opções lado a lado — sem torcer para nenhuma.
Digite o número. A gente já abre o WhatsApp com a mensagem pronta — você só aperta enviar.
Estimativa apenas para conversa inicial — o preço final depende da faixa etária, das funções (açougue, padaria, empilhadeira) e do capital segurado escolhido. Nenhuma proposta é emitida sem a relação de vidas e o aceite da empresa.